Amanda Araújo

        Durante muito tempo você conversou em casa, trocou ideias, visitou diversos sites de imóveis e viu quanto seria preciso para comprar aquele imóvel que vai deixar todos felizes.

        Sempre que possível, o ideal é que você tenha o valor para compra à vista, negociando com o vendedor uma condição de compra mais vantajosa. Entretanto, por diversos motivos e na maioria das vezes, não é possível a compra à vista e você percebe que o valor disponível não é suficiente para comprar o que você queria e que precisará de uma ajudinha extra para pagar o valor do imóvel, uma vez que o valor das economias que estavam disponíveis no momento eram insuficientes ou você não pretendia ficar sem reservas financeiras.

         Para ajudar a resolver esta situação será preciso fazer uso de outros recursos! Abaixo damos algumas dicas que podem te ajudar a esclarecer como complementar o pagamento do imóvel da maneira mais econômica e segura:

  • Financiamento Imobiliário: é a forma mais usual de se levantar os recursos necessários para integralizar o valor que falta para comprar o imóvel, mas pesquise muito, já que as taxas de juros aplicadas pelos bancos podem variar bastante e a concorrência entre as instituições financeiras está muito alta, o que é bom para você comprador. Dê uma olhadinha neste link e pegue algumas dicas;

 

  • FGTS: O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) foi criado na década de 60 para proteger o trabalhador demitido sem justa causa. Sendo assim, no início de cada mês, os empregadores depositam, em contas abertas na CAIXA EOCONÔMICA FEDERAL (CEF), em nome dos seus empregados e vinculadas ao contrato de trabalho, o valor correspondente a 8% do salário de cada funcionário. Este recurso pode ser utilizado em algumas situações definidas de acordo com o Governo Federal juntamente com a CEF e dentre as possibilidades de saque, se destaca a possibilidade de uso para aquisição e compra de imóveis. Para conhecer mais sobre como utilizar FGTS, clique aqui.
  • Consórcio: o consórcio de imóveis é como um grupo de pessoas que se juntam em prol de um mesmo interesse, nesse caso adquirir uma casa, a fim de arrecadar uma determinada quantia durante certo tempo. Assim, a cada mês, um integrante é contemplado com a carta de crédito — documento que é repassado ao consorciado para a aquisição do imóvel.
  • Permuta: permuta, ou troca, consiste na contratação para a entrega de uma coisa por outra, desde que não seja dinheiro. Quando os valores dos bens forem diferentes, haverá a “torna”, ou seja, haverá a complementação de uma parte do valor em dinheiro, o que é comum quando “damos o imóvel como parte de pagamento”.

        Veja que demos algumas dicas sobre maneiras de complementar o valor necessário para a compra do imóvel, mas também é muito importante que você tenha conhecimento de outros custos que você vai ter quando for comprar o imóvel, dentre os quais podemos citar as custas de cartório, imposto de transmissão (ITBI) e Funrejus. Abaixo você poderá saber mais sobre quanto de recursos financeiros ainda serão necessário para que o imóvel esteja em seu nome:

ITBI – 2,7% do valor da venda

Funrejus – 0,2% do valor da venda

        Custas de Cartório e registro – aproximadamente R$ 2.500,00 que pode variar em alguns casos, principalmente quando um apartamento possui garagem ou garagens em matrículas separadas.

         Após a leitura do material acima e dos links indicados, temos certeza de que você terá melhor conhecimento de como se planejar para poder comprar seu imóvel com a ajuda de recursos externos.

 

Boas compras!

Um abraço,

Amanda.

Amanda Araújo

É estudante de Comunicação Organizacional da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

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